domingo, 13 de maio de 2012

Dia das mães

Os amigos mais próximos sabem que não só eu não ligo para o dia das mães como tenho inclusive alguma restrição à data, fruto da participação no permanente sofrimento de meu meio-irmão em não ter a mãe presente para comemorar.
Os meus filhos também sabem disso e faço questão de dizer a eles que não ligo mesmo para presentes.
Mas nesse ano não houve como não me emocionar: o Pedro (mais velho) teve a iniciativa de providenciar ingredientes, planejar o "cronograma" e solicitar a ajuda do pai para confeccionar esses brownies sugeridos pela professora de matemática. A receita já é muito boa (será postada em breve), mas o toque das mãos do filhote é único :-)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Bolo de cenoura

Tarde de outono, uma vontade de fazer um bolo... Acabou saindo um clássico que há tempos eu não fazia: Bolo de Cenoura.

A receita foi adaptada ao longo do tempo e a que eu uso hoje é a seguinte:
Massa: 2 cenouras grandes picadas, 4 ovos, 3/4 de xícara de óleo, 2 xícaras de açúcar, 2 xícaras de farinha de trigo, 1 colher (sopa) de fermento em pó. Bater as gemas com a cenoura e o óleo no liquidificador. Despejar em uma vasilha e misturar o açúcar e a farinha de trigo. Ao final adicionar (misturando levemente) o fermento e as claras em neve. Assar em forno médio, forma untada e enfarinhada.
Cobertura: 8 colheres (sopa) de açúcar, 2 colheres (sopa) de achocolatado em pó, 2 colheres (sopa) de manteiga, 1 colher (sopa) de leite. Levar tudo ao fogo mexendo e deixar ferver por 3 minutos. Retirar e cobrir o bolo ainda quente.
Ao desenformar o bolo (que ainda estava pelando, mas a ansiedade é grande demais), ele quebrou... Mas o resultado final parece fofo e ele vai ser levado para o final de tarde no trabalho.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Marquês de Pombal

Li hoje num texto do dr. Luiz Alberto Py uma frase que teria sido dita pelo Marquês de Pombal após um grande terremoto ocorrido em Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755: "Sepultar os mortos, fechar os portos e cuidar dos vivos". O Dr. Luiz Alberto discursa brilhantemente sobre tal passagem, como lhe é habitual, explicando como tal assertiva pode ser aplicada à nossa vida, deixando para trás o passado, cuidando do presente e evitando manter o foco em problemas aleatórios que nos desviam das prioridades. Recomendo a leitura!

Deus levou para junto dele, no dia 30/4, uma tia que, não tendo filhos, foi mãe de todos os sobrinhos, imrãos, cunhados e até dos próprios pais. As sobrinhas mais velhas têm a lembrança de passear com ela na rua, sempre com um lanche coroando o dia. Os mais novos já pegaram a fase em que ela e seu marido abriam as portas da casa de campo para receber a todos, com uma alegria que só transborda de um infinitamente generoso coração de mãe.
Ela adoeceu no ano passado, doença insidiosa e devastadora ao mesmo tempo. O tratamento foi capaz de lhe amenizar em parte o sofrimento, mas a hora da partida chegou e ela se foi num piscar de olhos.
Na cabeça de todos, tenho certeza, fica alguém que estava sempre alegre e cujas roupas e adereços também refletiam seu estado de espírito. Cuidou de todos e agora continuará cuidando de nós lá de outro plano, que deve estar em festa com a sua chegada.
Um beijo grande, Diliam. Um dia nos encontraremos e a festa continuará com todos juntos.